Teorias do Universo

Dizer que o nosso universo é uma membrana flutuante ou um longo funil, podem parecer à primeira vista explicações aceitáveis para duvidosos livros de FC ou Fantasia. Mas não são. São teorias científicas sobre o cosmos sendo que a teoria das membranas é uma das mais populares entre os físicos e matemáticos. Teorias estranhas abundam no seio da ciência, e exemplo disso é este TOP10 … Ainda que algumas façam sentido hipoteticamente, quando se pensa bem nisso aplicado ao mundo em que vivemos…

Goldilocks universe
One answer is the anthropic principle: the universe we see has to be hospitable, or we would not be here to observe it.

Fast Light
There was no time for temperature and density to get evened out; and yet they are even. One solution: light used to move much faster.

In the Matrix
Maybe our universe isn’t real. Yale Philosopher Nick Bostrum has claimed that we are probably living inside a computer simulation.
(…) all those cosmological oddities such as dark matter and dark energy are simply patches, stuck on to cover up early inconsistencies in our simulation.

Isto lembra-me vagamente o The Sims …. :S

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Na categoria Ciencia. 5 Comments »

5 Respostas to “Teorias do Universo”

  1. Nuno Says:

    se te interessas por teorias do universo visita a minha pagina. Entre outras tem uma da minha autoria que é a teoria dos paralelos (não confundir com a teoria dos universos paralelos)

  2. ancelmo Says:

    TEORIA DO UNIVERSO FLUXONÁRIO ESTRUTURANTE A PARTIR DO ESPAÇO DENSO, e TEORIA DA ENERGETICIDADE E RADIAÇÃO.

    APRESENTAÇÃO.

    As teorias defendem o poder divino e vital sobre o cosmo, a vida, a mente e tudo o mais, contra o mecanicismo e o materialismo. Com fundamentos contundentes sobre possibilidades de como tudo possui uma origem e um direcionamento pelo poder divino em direção a vida, a harmonia, a perfeição, o aprimoramento e a eternidade em detrimento ao caos e ao fim.

    Na cosmologia é defendido o universo que se estrutura como um fluxo de produção e destruição de astros. Na astronomia é defendido que o movimento é produzido pela própria energia do astro.
    INTRODUÇÃO.

    TEORIA DA ORIGEM DA MATÉRIA E DO COSMO, E DO UNIVERSO FLUXONÁRIO ESTRUTURANTE.

    Esta teoria é a que mais se aproxima do poder de Deus. Pois vai contra qualquer forma de caos.

    DO QUASE NADA TUDO PODE SURGIR – EXCETO DEUS.

    O UNIVERSO É UMA AUTO CRIAÇÃO, PORÉM, UMA OBRA DESTE PORTE SÓ PODE TER O PODER DO CRIADOR.

    Esta teoria vai de encontro à harmonia e eternidade cósmica em detrimento ao caos e a finitude do universo proposto pela teoria da grande explosão.
    Enquanto um entra em fluxo de desintegração e reintegração com menos energia, outros nascem mais distantes a partir da aglutinação do espaço denso.

    COSMO ESTRUTURANTE E DESINTEGRANTE.

    Modelo Graceliano.
    O universo é fluxo constante e infinito.

    Primeira parte.

    TEORIA DA BOLHA DE ESPAÇO DENSO E ENERGIA.

    Enquanto na teoria da grande explosão o universo se expande a partir de um ponto do espaço e de uma pequena quantidade de energia, e é um só – DE FORA PARA DENTRO -Na teoria da bolha o universo se contrai a partir do espaço denso para produzir a matéria e a energia de vários pontos do infinito do espaço, numa constante produção de novos universos em vários pontos do cosmo. Ou seja, ele se contrai para produzir a matéria para depois formar os astros e se expandir pela radiação. E são vários universos em infinitos pontos do cosmo em infinitas fases.

    De nascimento na fase bolha de espaço denso – fase estruturante-
    Na fase de energia,
    Na fase de matéria
    E na fase de desintegração, de desprendimento e afastamento no espaço pela própria radiação da densidade da matéria.
    E reintegração formando secundários a partir do material irradiado pelo primário.

    PASSAGENS PARA FORMAÇÃO DA MATÉRIA, ELEMENTOS, ASTROS E OS UNIVERSOS.

    Assim, o espaço denso se contrai até ser filamentoso – chega a matéria difusa – matéria densa – energia – núcleos difusos – astros – fusão nuclear – elementos químicos – de elementos leves em pesados – radiação – reengrupamentos em novos astros, os secundários – volta a se desintegrar – e o processo continua até se tornar matéria difusa.

    OBSERVAÇÃO.

    Não sentimos a ação do espaço denso porque estamos num universo em uma fase que já se transformou em matéria.

    FÓRMULA PARA CONTRAÇÃO DE ESPAÇO DENSO.

    O espaço denso se contrai e diminui de tamanho para produzir a matéria, e se dá numa contração e diminuição infinita, que pode ser calculada com a formula do limite infinitesimal. O todo menos uma parte, dividido pelo todo, assim infinitamente.

    Espaço denso ED – parte P/ total espaço denso se estruturando. Assim, infinitamente, até transformar-se em energia e matéria.

    ED – P / ED … até chegar a ser energia e matéria.

    Assim, temos a fórmula para formação da matéria, energia e para origem do universo.

    INFINITOS UNIVERSOS EM FASES ESTRUTURANTES E DESINTEGRANTES.

    PRIMEIRA TEORIA DA ORIGEM E NATUREZA DA MATÉRIA.

    Sempre foi procurado pelos filósofos e químicos gregos, depois pela física moderna uma explicação para a origem, natureza e essência da matéria, em que o mundo em épocas foi dividido em forma e estrutura, espírito, mente e matéria, pois aqui mostro a primeira teoria do que a matéria pode surgir e do que ela é formada, que é de filamentos de espaço denso, sempre se procurou a matéria pela matéria e dividi-la infinitamente do átomo dos gregos até a centena de partículas que são catalogadas hoje.
    Observação – nenhuma teoria exposta até hoje conseguiu dar uma fundamentação de que originou a matéria. Todas partem do pressuposto de algo pronto.

    CÁLCULO DE FORMAÇÃO DE MATÉRIA E PARA COSMO ESTRUTURANTE.

    Poder de contração do espaço denso = quantidade de espaço denso / tempo cosmológico = matéria e cosmo e fases estruturante.

    CÁLCULO PARA COSMO DESINTEGRANTE.

    Poder de desintegração = quantidade de matéria, temperatura, fusão núcleo estelar, radiação e energia / tempo cosmológico.

    Pd*[qm] / t c.

    ESPAÇO DENSO E MATÉRIA, E ENERGIA E ASTROS.

    O universo não se formou a partir de uma grande explosão, mas sim do espaço denso, o espaço denso é todo espaço que nos circunda, que temos a noção que ele é um grande vazio, mas não é, possui densidade, e dele a matéria e a energia se originaram para formar os primeiros astros, galáxias e aglomerados.

    ROTAÇÃO E TRANSLAÇÃO DO UNIVERSO.

    É falsa a expansão, é na verdade uma translação e rotação e um mínimo de afastamento.

    O que temos a noção de uma grande expansão do universo é na verdade a translação e rotação do mesmo. Pois, se ele é infinitamente velho e começaram a se expandir no momento de uma suposta grande explosão, os astros estariam tão distantes uns dos outros que nem a sua luz seria capaz de ser captada por qualquer tipo de telescópio.

    O FORMATO DO UNIVERSO.

    A disposição das galáxias em discos com os sistemas de estrelas também em disco prova que o universo é um processo de estruturação e passa por fluxos, pois se tivesse surgido num só momento numa grande explosão o formato do universo seria esférico, ou seja com todos os astros numa mesma distancia de um centro, e como também com a mesma translação e rotação.

    Observação. Já temos aqui uma fundamentação da origem e de que material o cosmo se formou. Fundamentos não exposto até hoje por outras teorias.

    A ENERGIA PRODUZ A RADIAÇÃO QUE PRODUZ O AFASTAMENTO MÍNIMO.

    Há sim um afastamento mínimo proveniente da ação da radiação e de altas temperaturas, afastamento produzido pela energia processada por fusões nucleares no interior dos astros.

    UNIVERSO DE ENERGIA ESTRUTURANTE. OU UNIVERSO DE CONTRAÇÃO E DESINTEGRAÇÃO.

    O universo passa por dois processos – o primeiro da formação da matéria e energia pela contração dos filamentos do espaço denso.

    O segundo da formação dos astros, seus processos de energia e produção de temperatura à proporção que a matéria se aglutina, com a matéria aglutinada é produzida grande quantidade de energia e temperatura, dando surgimento a radiação e a conseqüente desintegração do astro no espaço. Por isto que o universo é um fluxo de energia estruturante, onde primeiro se contrai para depois se desintegrar e se afastar uns dos outros, sempre em porções menores.

    É UM FLUXO POR QUE SE CONTRAÍ DE ESPAÇO DENSO ATÉ A MATÉRIA, DE MATÉRIA EM ASTRO, SE DESINTEGRA EM RADIAÇÃO, VOLTA A REINTEGRAR-SE EM ASTROS MENORES E COM MENOS DIÃMETRO E ENERGIA, QUE VOLTA DESINTEGRAR-SE. E FLUXO CONTINUA INFINFINITAMENTE. ATÉ SE TORNAR MATÉRIA DIFUSA.

    O mesmo processo passa as partículas e os átomos.

    A PRODUÇÃO DOS SECUNDÁRIOS PELA RADIAÇÃO E ATMOSFERA.

    Parte da radiação se transforma também em atmosfera, que vai sempre direcionar para o equador, em que vai formar cinturões de gases como é o caso de Júpiter, ou num estágio mais avançado os cinturões vão formar anéis que é o caso de Saturno e Urano, destes anéis vão se formar pequenos aglomerados de gases, que sempre irão se aglutinar mais e mais, onde surgirão os primeiros núcleos rarefeitos, e o processo de aglutinação continua, onde os secundários começam a surgir mesmo antes de se formarem, como gases eles já possuem translação e rotação e se afastam dos primários. Ou seja, antes de existir como astro o secundário já desenvolve a sua translação.

    PROVA PELO FORMATO E DINÃMICA DA ATMOSFERA.

    Isso pode ser confirmado com a Terra, em que a sua atmosfera já se concentra mais no equador e menos nos pólos, proveniente do magnetismo da Terra e ação centrifuga da rotação, e que a atmosfera possui dinâmica própria. Que se filamentará até chegar a dar inicio a um novo satélite. Porém isto não é para hoje.
    O MAGNETISMO DO PRIMÁRIO ACELERA A FORMAÇÃO DO SECUNDÁRIO.

    Se não fosse o magnetismo e a ação centrifuga da rotação dos astros, os seus secundários demorariam muito mais tempo para se formar. Pois o magnetismo e ação centrifugam agem na produção dos filamentos de gases para o equador e na produção destes filamentos no processo de esferificação, onde surgirão núcleos rarefeitos, até formar novos astros.

    E o fluxo continua de desintegração do primário por radiação proveniente da produção de energia, para a produção de atmosfera e aglutinação em filamentos pelo magnetismo e ação centrifuga da rotação do próprio astro até chegar a esferificação, também através do magnetismo dos gases.

    FASES DO FLUXO.

    1 – com a contração dos filamentos do espaço denso para formar a matéria e depois da matéria produzida se forma em astros. Com os astros formados eles passam a se desintegrar como forma de radiação e temperatura.

    2- o material da desintegração volta a se contrair e produzir astros menores, e destes outros menores o processo continua. Isto se confirma em que os astros possuem o formato esférico. Pois o arredondamento mostra que houve um processo lento de formação através de materiais que surgiram de fora para dentro, onde lentamente por aglutinação o astro foi se estruturando. Confirmam-se porque os núcleos são mais densos e a Terra é formada por camadas e núcleos.

    No caso da produção dos planetas pelo Sol, a atmosfera nem chegou a se formar, e a radiação foi logo se filamentando para se esferificar e surgir os planetas.

    UNIVERSO INFINITO NA IDADE, NO ESPAÇO, E NO PROCESSAMENTO.

    A esferificação prova que o astro foi produzido por camadas de material de radiação por justaposição – uma sobre a outra, por isto que os núcleos são mais densos, que foi já provado na física do átomo. E o arredondamento prova que levou muito mais tempo para esta formação circular, logo o universo é um processo muito mais lento e constante que se pode imaginar. Assim, o arredondamento do universo prova a teoria do fluxo e que todo o universo de hoje não surgiu em um só momento, são vários universos em várias fases se processando e se estruturando, enquanto uns envelhecem pela perca e processamento de energia, outros surgem pelo espaço denso. Estas fases se confirmam pela observação atual, assim o universo é infinito na origem e no fim, no espaço e no seu processamento.

    FASES DO UNIVERSO.
    UNIVERSOS BOLHA ESTRUTURANTE E FLUXONÁRIO.

    1- Origem – universo bolha de espaço denso e bolha de energia.
    2- Tipo – estruturante fluxonário, se contrai para produzir a matéria a partir da bolha do espaço denso. Depois se expande após a contração e produção de energia, temperatura e radiação.
    3- Forma de existir – processos de produção energia.
    4- Quantidade – vários tipos em várias fases, da bolha até astro quase sem energia.
    5- Tamanho – infinito na produção de novos universos, infinito no espaço e no tempo.
    6- Forma – infinitas e variadas formas, de bolhas, gases, energia difusa, matéria densa e menos densa, astros, anéis, radiação, atmosfera, etc.
    7- estruturante da matéria e do cosmo.

    CRIAÇÃO MÁGICA – MATÉRIA A PARTIR DO ESPAÇO DENSO.

    Antes de se falar da criação do universo, deve-se falar da criação da energia e da matéria, pois foi a partir da matéria que surgiu os astros.

    O ARREDONDAMENTO E ESFERIFICAÇÃO DOS ASTROS.

    A esferificação dos astros prova que,

    1- Formou-se por um processo lento para ter o formato esférico, do contrário não o seria.

    2- Formou-se de partes mínimas que foram se justa posicionando para formar o astro, do contrário não teria a formação redonda. Vê-se que enquanto Saturno e Urano possui anéis de gases na direção do equador, Júpiter possui uma lista de atmosfera que está em movimento na direção do equador, onde se confirma a origem dos astros por componentes do primário.

    3- Os astros são mais velhos do que se pensa. E o seu núcleo é mais denso do que a parte exterior, e o planeta Terra é formado por camadas sobre formadas.

    4- Fiz um cálculo para a idade da Terra, porém foi levado em conta apenas o afastamento, e não o tempo para a esferificação, que provavelmente foi muito maior.

    5- Prova que o universo tem a sua origem através de elementos minúsculos, que foram se juntando para formar os astros, como partes mínimas de radiação, gases, luz e sobras de grandes temperaturas.

    6- Aí se tem o universo se formando por partes mínimas, como energia e matéria, de dentro para fora com os núcleos mais densos que a crosta – parte exterior. Um universo muito mais velho, redondo e infinito no tempo de origem e de fim, infinito em relação a sua produção, logo, que nunca surgiria num só momento numa grande explosão.

    RADIAÇÃO NA FORMAÇÃO DE SECUNDÁRIOS.

    Assim, com o formato dos astros se tem mais uma prova da teoria do universo fluxonário estruturante. Por compressão do espaço denso, e desintegração pela radiação e temperatura, e uma nova compressão desta radiação no espaço, formando novos astros menores, como planetas, satélites e cometas.
    E o processo estruturante e desintegrante continua produzindo asteróides e outros que se desintegrarão sempre produzindo astros e asteróides menores.

    Existem universos só de espaço denso, de gases, de energia, de matéria difusa, de matéria e astros e de gases, luz e radiação, com isto se confirma a teoria aqui sustentada de que o universo não tem idade, pois ele é uma infinita produção e desintegração de si mesmo. E enquanto uns se desintegram outros em outros pontos do infinito do espaço começam a se formar lentamente pelo espaço denso.

    Se o cosmo fosse produzido num só momento, os astros não teriam uma forma esférica tão definida, uns seriam longos e outros achatados.

    SOBRE O ESPAÇO DENSO, MATÉRIA E ENERGIA.

    A energia existe em função da matéria, desde sua produção até o seu transporte inclusive pelo ar, pois a matéria contém e produze a energia, pois a energia não tem como existir sem a matéria, e a matéria se origina e é espaço denso densificado.

    MATÉRIA E ENERGIA = ESPAÇO DENSO DENSIFICADO.

    Não tem como falar de um universo que se origina de uma pequena bola numa grande explosão, pois qual a origem desta bola, e dá aonde veio a energia para explodi-la.

    A grande explosão contém varias contradições e falta de fundamentos de origem, causa e efeito.

    ATMOSFERA INTERPLANETÁRIA E ESPACIAL.

    O espaço interplanetário é constituído de gás a uma [ pressão de dez elevado a menos 19 atmosferas terrestres]. Isto é uma direção que o espaço não é um vazio sem densidade, sem pressão, e não é um vácuo.

    CONTESTAÇÃO.
    Se a gravitação atraísse os astros, todos os satélites ficariam a prumo entre o planeta e o Sol, pois o planeta seguraria de um lado e o Sol de outro, e estaríamos constantemente em eclipse. Por isso que a dinâmica depende da energia e radiação do astro.
    Ver teoria da energeticidade e radiação.

    ASSIM TEMOS AS FASES DO UNIVERSO.

    A fase espacial filamentosa de densidade.
    A fase energética espacial filamentosa.
    A fase da materialidade – átomos, e elementos químicos.
    A fase de astros imensos, com pouca densidade, e pouca radiação.
    A fase da aglutinação, onde a matéria foi se aglutinando, aumentando a temperatura interna e a radiação.
    A fase da desintegração pela temperatura interna e radiação.
    A fase de formação de novos astros pela aglutinação do material expelido da radiação dos primeiros astros, assim vemos que é um fluxo e processo de integração, desintegração e novas aglutinações.

    FORMAÇÃO DIRETA PELO ESPAÇO DENSO, E FORMAÇÃO DE SECUNDÁRIO PELA MATÉRIA JÁ FORMADA.

    O material que já se tornou astro não volta a ser espaço denso após a desintegração, mas este material se integra formando novos astros menores.
    Assim há dois processos.
    1- o processo de formação direta pelo espaço denso.
    2- e o processo pela desintegração do astro já produzido, que vai reintegrar-se e formar outros menores.

    Assim, o espaço denso é um imenso todo, como uma imensa geléia sem forma definida.
    O universo é um processo de forma direta pelo espaço denso, e um processo de ciclo, em que uns se desintegram e parte do seu material vai construir outros. Com isto vemos que a origem, produção e tempo do universo são infinitos, e o sistema de produção de universos é muito mais velho do que se imagina, em trilhões de anos.

    E que existe vários tipos de universos, uns de espaço denso, campo de energia sem matéria, campo de energia com matéria, universos de núcleos atômicos, de gases, de matéria e astros se desintegrando e integrando outros.

    EVOLUÇÃO CÓSMICA E EVOLUÇÃO DOS ELEMENTOS QUÍMICOS.

    Assim, o universo é uma constante produção e de evolução cósmica, de produção direta e de desintegração, e produção secundária de integração em novos astros, enquanto os elementos químicos vão se processando e evoluindo.

    SOBRE O AFASTAMENTO.

    O universo não sofreu uma grande explosão para produzir o seu afastamento, mas sim, o afastamento é produto da radiação, rotação e das grandes temperaturas, que impulsiona os astros para frente, alterando a sua órbita. Ou seja, as fusões nucleares, a produção de temperatura e radiação produz o afastamento ínfimo entre os astros. Por isto que há uma proporção entre as distancias dos planetas e satélites.

    CONTESTAÇÃO.

    Se o universo tivesse sofrido uma grande explosão só as galáxias estariam se afastando, e os astros menores como planetas, cometas e satélites não estariam se afastando, e o afastamento progressivo provam que todos os astros se encontram em afastamento uns em relação aos outros, assim, todos os astros se encontram em afastamento proveniente de sua energia, radiação e temperatura externa.

    CONTESTAÇÃO.

    APARÊNCIA AO VERMELHO PELO EFEITO DOPPLER PELA ROTAÇÃO E TRANSLAÇÃO DO COSMO.

    Será visto mais a frente que o universo não se encontra em expansão, mas sim em afastamento mínimo, e o que é detectado como aparência ao vermelho nem é este afastamento. Pois ele é insignificante no que tange ao deslocamento no espaço, e o que dá a aparência ao vermelho no efeito Doppler é o deslocamento da translação e rotação de astros e galáxias no espaço.

    AFASTAMENTO PELA AÇÃO DA RADIAÇÃO.

    Vemos então que, o universo é uma constante criação por filamentos de espaço denso de novas matérias e novos cosmos pela aglutinação dos materiais já fundidos e reintegrados, enquanto outros cosmos mais evoluídos se desintegram por radiação e alta temperatura, outros astros menores se integram com o material dos que já se desintegraram e que vão desenvolver uma órbita próxima aos que lhe deu origem e impulsão inicial, pela radiação e intensa temperatura.
    Assim forma-se uma produção direta pelo espaço denso, e uma produção por ciclo de desintegração e integração pelo material desintegrado, enquanto os elementos químicos evoluem.
    E, enquanto o universo se alarga pela radiação produzida pelos próprios astros. E não por uma suposta grande explosão, pois o afastamento é um processo continuo pela ação da radiação, pois só que decresce progressivamente e a impulsão inicial tende a perder intensidade.
    Enquanto o universo material se expande, o universo de filamentos do espaço denso se contrai, ou seja, há duas situações inversas.

    A radiação é proveniente principalmente das interações de fusões nucleares no interior dos astros.
    Ou seja, o mesmo fenômeno – a radiação – que produz a órbita e a dinâmica dos planetas e satélites, produz também o alargamento do universo e produz novos astros, e é o produtor da estrutura deles, e de novos elementos químicos.
    Conclui-se assim, que o cosmo é infinito na sua origem e será no seu futuro, como também é infinito no espaço e na produção de novos cosmos, e novos elementos químicos. O processo de criação lenta vai contra o processo de criação instantânea proposto pela grande explosão.
    Para se provar a tese exposta acima é simples, é só constatar que a expansão se encontra em progressão decrescente. Porém como já foi visto, o universo se encontra em produção e em afastamento e não em expansão.
    Assim, enquanto um se desintegra e vai produzir outros em outros cantos do universo o espaço denso se processa dando origem a galáxias de gases espaciais.
    Assim, o universo é um processo de nascimento direto pelo espaço denso, dos já nascidos, e nascimento de outros a partir dos já nascidos.
    Tudo ocorre por uma transformação direta da matéria na origem, é uma transformação fluxonária na produção de novos elementos químicos, novos astros e novas órbitas.
    Segunda parte.

    SOBRE A MATÉRIA.

    M = ED = E / t – matéria é igual a espaço denso solidiquicado, que é igual à energia dividido pelo tempo.

    A matéria é espaço denso energético solidificado, ou seja, as partículas e os elementos químicos são na verdade o espaço denso se processando energeticamente e produzindo solidificação.
    E num estágio evolutivo mais avançado. Assim, a matéria passa por um processo evolutivo, e a matéria – espaço denso energético solidificado – se encontra sempre num aprimoramento, e passa por um processo lento e unificado por isso que toda a matéria e a estrutura do átomo são iguais.

    FASES DE FORMAÇÃO DOS ASTROS.

    O nosso universo não iniciou ínfimo anterior a uma grande explosão, mas sim, infinitamente grande, entrando numa contração para produzir a matéria, passando por energia solidificada que é a matéria, para depois estruturarem-se em partículas, elementos químicos, e finalmente astros.

    Ou seja, o universo não formou astros instantaneamente, por isso que os astros e átomos possuem núcleos.

    Primeiro forma-se a energia, depois a matéria e por fim os astros, diferente do que defende a grande explosão.

    Assim, o universo passa da contração.
    1- do espaço para energia e a matéria.
    2- da matéria para astros.

    Depois da desintegração através da radiação e intensas temperaturas.
    Passa para a integração, onde novos astros são formados a partir do material da radiação.
    Assim, o universo e um fluxo de ciclos de produção e estruturação e evolução, através de.
    1 – Contração e solidificação.
    2 – Evolução química.
    3 – Desintegração, afastamento e dinâmica do universo pela energia e radiação.
    4 – E integração em novos astros.

    E que a órbita, a dinâmica, o afastamento e a desintegração do universo são provenientes da energia e radiação, tornando o universo de estrutura achatada, onde os astros já estão estruturados e em afastamento progressivo como é o nosso, enquanto outros são circular e em formação através de gases, e outros com tentáculos como grandes galáxias.

    COSMOFÍSICA E ASTROFÍSICA.

    PRODUTOR DE SI.

    O universo é um sistema vivo e dinâmico de produção e estruturação, onde produz a sua própria energia para o seu funcionamento,estruturação e dinâmica, sendo que a energia aumenta à proporção que vai realizando o seu funcionamento, e é um sistema de fluxo, onde a mesma interação que produz os elementos químicos, produz os astros por fusão. E também produz campos, radiação, altas temperaturas, dinâmica, órbitas, estruturas dos astros, e o afastamento no universo. Ou seja, ele é um produtor de si, da sua estrutura e de seu funcionamento. Assim, é uma constante produção de integração e desintegração.

    IDADE DO UNIVERSO.

    Com isto, pode-se deduzir que o universo não possui uma origem determinada no tempo, muito menos em algum lugar do espaço, e não possui uma origem determinada na estruturação da matéria e dos astros que o compõem. Porém, tem idade infinita, pois o espaço denso sempre esteve aí e produzindo energia, matéria, até chegar a astros.

    FORMA DE SER DO UNIVERSO

    De contração pelo espaço denso.
    De afastamento pela radiação.
    De aglutinação pelo material da radiação.

    O universo passa por fluxos enquanto produz os elementos químicos nas interações de fusões nucleares no centro dos astros, onde produz energia ao processar as interações físicas e produzir a sua estrutura de astros, órbitas e dinâmica.

    SOBRE O MOVIMENTO

    Se o movimento esta relacionado com a radiação, altas temperaturas, e interações físicas no interior dos astros que estão soltos no espaço denso para desenvolverem a sua dinâmica. Logo o movimento é natural e dinâmico, e varia conforme as situações de produção de energia em que se encontra o astro. E se a dinâmica obedece a um fluxo, logo o movimento é dinâmico, disforme e variável.

    SOBRE O ESPAÇO DENSO.

    Espaço denso produz a matéria, enquanto a matéria já produzida produz os astros e os elementos químicos vão sendo fundidos nas estrelas e secundários.

    SOBRE A MATÉRIA

    A matéria são filamentos do espaço denso contraído, que vai estruturar o universo em matéria, astros, elementos químicos, radiação, alta temperatura, e no universo auto dinâmico.

    SOBRE O COSMO

    O universo é auto dinâmico e enquanto produz a energia as interações físicas vão sendo processadas, e a radiação agindo e espalhando a matéria, os astros estão em dinâmica pela própria energia e radiação, os elementos químicos evoluem e se aprimoram, aprimorando a matéria e estruturando o universo, o cosmo se contrai pelo espaço denso, e se alarga pela ação da radiação, logo o universo é vivo e auto dinâmico.

    SOBRE O TEMPO

    O tempo não existe, o que existe é o cronômetro da memória marcado pelo funcionamento do cérebro como forma de consciência do que acontece entre intervalos de acontecimentos. Podemos considerar o tempo como algo secundário, que existe em função do funcionamento da consciência produzida pelo funcionamento do cérebro. A velocidade do cronômetro do homem é a velocidade de funcionamento do cérebro humano.

    SOBRE O AFASTAMENTO E ALARGAMENTO DO COSMO.

    Assim, a dinâmica do universo é proveniente da constante radiação, por isso que seu alargamento se encontra em progressão decrescente.
    E os astros surgiram da aglutinação do espaço denso, enquanto a radiação e as altas temperaturas desintegram os astros. Logo no futuro e nesta parte e estágio do universo em que nos encontramos os astros serão mais frios e menores.

    Assim, os astros estão soltos e livres no espaço, e não presos por supostos campos, onde a rotação das galáxias é menor que a translação.
    Enquanto a matéria surge do espaço denso, onde são produzidos os astros, outros se formam em outros pontos do espaço, enquanto a dinâmica é comum a todos os astros e não só nas galáxias. Prova disto nós temos no sistema solar. Com isto vemos que o alargamento é uma produção constante pela radiação, e não por uma suposta grande explosão. Pois o mesmo fenômeno que produz a translação, rotação, órbitas, produz também o alargamento, por isso que o afastamento é progressivo decrescente, cresce progressivamente, porém tem um percentual de decréscimo na progressão.

    O universo tenderá a se dissipar e se diluir em astros menores, e com menos energia, enquanto em outras partes se iniciará outros universos com o material do espaço denso.
    O universo possui três formas fundamentais de produção
    1 – uma estrutural, que produz a matéria e da forma a ela,
    2-outra de ação que dá vida a matéria, que são as interações físicas, energia e radiação no interior dos astros.
    3 – de produção de novos astros e elementos químicos.

    SOBRE A FORMAÇÃO E IDADE DOS ASTROS DO SISTEMA SOLAR

    Confirma-se que os asteróides não são perfeitamente redondos, pois na sua maioria são um pouco achatados e alongados. Confirma-se que eles são resultados de blocos de material expelidos de algum planeta ou do Sol, sendo massas mais inteiriça e produzidas de um só momento, enquanto planetas e satélites são astros redondos, onde se confirma que houve uma formação lenta de sobreposição de componentes de seus primários expelidos por radiações. Isto se confirma que os esféricos levaram mais tempo para se formar, e confirma a teoria aqui exposta.

    Terceira parte.

    COSMOFÍSICA DE INTERAÇÕES E ENERGIA.

    O universo não poderia surgir de uma bola de energia ou matéria para explodir, pois surgiria à pergunta, da onde surgiu esta bola de matéria, e quanto tempo ela estava ali antes da explosão, e o que a formou.

    Vemos que a produção da matéria e energia é um processo constante de fusões nucleares, evolução de elementos químicos e estruturação de novos astros e galáxias no espaço e outros constantes fenômenos que formam o nosso lento universo. Logo, o universo é sem inicio e sem fim, no tempo, no espaço, na materialização e produção.

    A fase da astrofísica e cosmofísica, que é da produção de energia, radiação e a da desintegração por radiação e integração de material com menos temperatura no espaço, e onde surgiram os astros periféricos.

    Se o universo tivesse surgido de uma grande explosão a matéria já existiria antes do universo, e isto não e possível de ser, o que vemos na verdade é que a matéria é parte de um processo lento, como é lenta a formação dos elementos químicos, como é lenta e constante a formação dos astros e do próprio universo.

    Uma das provas contundentes da formação lenta do universo e do seu inicio de fora para dentro se fechando sobre si até tornar-se materializado, e que os astros são constituídos de camadas com maiores e menores densidades, com várias camadas umas sobre as outras, e um resfriamento progressivo até o interior dos astros. Logo, o universo não surgiria de um ponto, de dentro para fora.

    ESTRUTURAS EM CAMADAS.

    Assim, o universo por ser um processo lento, e de fora para dentro e feito de camadas, constatamos na rotação e dinâmica dos anéis de Saturno, como também na estrutura do átomo, e na estrutura do planeta Terra, ou mesmo na atmosfera da Terra e de Júpiter. A matéria e o universo são feitos de fora para dentro pelo espaço denso, e os astros também pelo material da radiação.

    Uma grande explosão não daria inicio ao universo, pois se fosse o caso ele já existiria antes da explosão, e o que produziria a estrutura e a energia para explodir.

    Os elementos químicos pesados também são produtos de um processo lento de formação.

    FASES – VÁRIOS UNIVERSOS.

    Há vários universos. O de bolha de espaço denso, o de energia de espaço denso, e o da matéria livre no espaço, e o da matéria estruturalizada em astros e radiação e altas temperaturas.

    Os campos, átomos, astros e o próprio cosmo como um todo são determinados pela energia e intensidade das interações físicas em que eles se encontram como também as órbitas, dinâmicas dos astros e átomos. Mesmo a evolução dos elementos químicos e evolução da matéria e astros e do cosmo como um todo é resultado da intensidade das interações físicas e produção de energia.

    As estrelas brilham graças às fusões nucleares espontâneas em seus núcleos, onde elementos leves são transformados em elementos químicos pesados.

    Vemos no universo que enquanto umas estrelas minguam outras floresçam tudo isto se dá num processo lento de criação e transformação em novos elementos e novos astros.

    Com isto o cosmo se torna infinito na sua origem e na produção, vemos que há vários tipos de universos uns mais velhos, outros mais novos e outros diferentes, que é criado por um Deus calmo, construindo cosmos, seres e almas para o bem.

    CONTESTAÇÃO DA EXPANSÃO.

    O que dá uma aparência de haver uma imensa expansão são a translação e a rotação das galáxias, na verdade a translação é imensamente maior que o afastamento entre os astros.

    Se os astros estivessem se afastando em linha reta pela idade proposta até aqui do universo, todos os astros estariam tão distantes que seria impossível de ver nem o Sol, quanto mais o vermelho do efeito Doppler. Conclui-se que o universo não está em expansão, mas sim em translação e rotação, e um afastamento mínimo bilhões de vezes menores do que qualquer translação.

    Todas as galáxias estão se abrindo como um girassol, ou seja, se afastando do seu centro, e em translação e rotação por isso que temos uma noção de uma imensa expansão, porém isto é uma aparência do efeito da translação e rotação das galáxias, pois do contrário elas estariam infinitamente distantes uma das outras, sendo impossível de registrar a sua posição ou mesmo qualquer forma de luz, até mesmo do Sol. Uma vez que possuem origem infinita e produção constante.

    Por isso temos a noção de que todas estão se distanciando do Sol, pois com a rotação e a translação o efeito Doppler para o vermelho é registrado com maior intensidade, e que dá uma aparência de que o Sol está no centro do universo, pois o movimento é mais translacional e rotacional do que de afastamento.

    Se a expansão fosse produto de uma grande explosão as galáxias estariam infinitamente distantes e já estacionadas no espaço.
    Assim, por ser possível detectar a aparência das galáxias e a sua dinâmica, constata que o universo não se originou de uma grande explosão e nem a suposta expansão é produto de uma grande explosão, logo o universo é infinitamente velho, e a sua suposta expansão é origem e produto da sua radiação, e é freado pelo espaço denso. E parte do que detectamos como expansão é a aparência da translação e rotação das galáxias.

    Com o tempo para a formação da matéria, com o tempo da evolução dos elementos químicos, formação dos astros, esferficação da estrutura externa dos astros, se vê que o universo é infinitamente velho, logo se a suposta expansão é relacionada a uma suposta grande explosão não daria para detectar a existência das galáxias no espaço, pois estariam infinitamente distantes.

    Como também, da onde surgiria a matéria para produzir uma grande explosão.

    A origem da matéria pelo espaço denso, evolução dos elementos químicos, formação e esferificação quase que perfeita dos astros, camadas de atmosfera e de estrutura dos astros e a existência das galáxias confirma a teoria da origem do universo pelo espaço denso, a produção do universo pelas interações físicas e fusões. E a dinâmica pela energia, impulsão pela radiação e pelas interações físicas, como também o freio cósmico da dinâmica dos astros pelo espaço denso.
    Assim, o universo não foi produzido num só momento numa grande explosão e também não se encontra em expansão, mas sim num afastamento mínimo e insignificante, bilhões de vezes menores do que qualquer velocidade de translação e é fácil visualizar.

    Se o planeta Netuno tem tantos quilômetros de afastamento do Sol e ele desenvolveu até hoje quantas voltas em torno do Sol e com que velocidade. Este cálculo serve para qualquer astro.

    CÁLCULO DE AFASTAMENTO DO UNIVERSO.

    Afastamento em km do primário / número de voltas sobre o primário * arco da distancia em km da translação = o valor aproximado de afastamento de um astro desde o inicio da sua formação.

    Exemplo.

    O raio do Sol até a Terra tem 150.000.000 de km, sendo que o circulo em volta tem aproximadamente 3.5 vezes este raio, e que a Terra já deu mais de 1.000.000 de voltas, ou seja, para calcularmos o afastamento da Terra, temos que; dividirmos 1 raio / [pelo arco da translação multiplicado por numero de voltas].

    150.000.000 / 750.000.000 * número de translações da Terra sobre o Sol.
    1 / [3.5 * 1.000.000] = 0. 00000002 km por ano.

    Ou seja, o afastamento da Terra é menor do que 1metro por ano, enquanto o planeta desenvolve um percurso de translação de mais de 750.000.000 km por ano.

    Não foi levado em conta aqui o tempo para a esferificação do planeta.

    Com isto se conclui que o alargamento é insignificante em termos observacionais, porém este afastamento é fundamental. Pois enquanto um planeta se afasta, vai dando lugar a outro para ser produzido, é como uma produção organizada, e que ao se afastar do Sol ele vai processando a sua energia e esfriando, dando condições para que a matéria evolua e a vida possa brotar e ter um corpo vivo de matéria evoluída.

    E que a aparência para o vermelho é resultado da translação e rotação, pois o afastamento é insignificante. Logo, o universo se encontra num mínimo afastamento imperceptível e não em expansão, pois se o que é observado fosse uma expansão os astros estariam tão distantes uns dos outros que da Terra não daria para ver o Sol, nem de telescópico. Assim, lhes proponho uma outra teoria, que é a do universo fluxonário estruturante.

    Com isso se conclui que não existe uma expansão, mas sim um afastamento mínimo, quase insignificante. Porém fundamental para os processos de energia do astro e de todo sistema em que ele faz parte, e o que dá a aparência ao vermelho no efeito Doppler é o deslocamento da translação dos astros e a rotação das galáxias no espaço.

    Isso serve para todos os sistemas de universo na forma de matéria e energia.

    COM A TEORIA DA ENERGETICIDADE É POSSÍVEL PROVAR

    1- a progressão das distancias entre os planetas, em que os mais distantes o afastamento sempre aumenta e é maior.

    2- E, por que Júpiter é mais de 100 vezes maior que a Terra.

    3- Por que Plutão é o primeiro planeta e está a mais de 75 vezes mais distantes do que a Terra em relação ao Sol.

    4-Por que Saturno e Júpiter possuem mais de 10 satélites enquanto os dois mais próximos não possuem satélites. E por que o numero de satélite aumenta conforme o diâmetro do planeta.

    5- Por que Júpiter possui uma rotação mais de 100 vezes maior que Mercúrio.

    6- por que os maiores astros, como estrelas, planetas e satélites são esféricos.

    PROVA.

    Constatação de que os astros esfriam e mesmo em relação aos planetas que quanto mais distantes do Sol são mais velhos, com mais energia já processada e gasta e são mais frios.

    Os planetas se formaram de dentro para fora, por camadas de energia e matéria expelidas do Sol, sendo aglutinadas para formar os planetas e satélites, isso se confirma na aparência da atmosfera de Saturno e Júpiter, as camadas que forma a terra e a esferificação.

    TEMPO DE VIDA DO UNIVERSO.
    Com o exposto acima o universo é infinito na sua origem e sem fim, no espaço e no processamento.

    SOBRE A ORIGEM DOS SECUNDÁRIOS E SUA DINÂMICA.

    FILAMENTOS DE ATMOSFERA E ESFERIFICAÇÃO.

    Aparentemente, há alguma coisa colorida na atmosfera de Júpiter, e essa atmosfera se espirala de tal forma que as substancias coloridas se concentram amplamente em certas latitudes e se espalham para formar os cinturões. Por isso ocorre em certas latitudes e em outras, não se pode dizer – ainda nos é difícil explicar a circulação da atmosfera terrestre, e no momento não temos esperança dos intricados detalhes da atmosfera de Júpiter.
    Se fosse apenas uma questão de rotação, poderíamos esperar que os cinturões de Júpiter fossem perfeitamente retos e uniformes, eles não o são. Há sempre pequenas saliências, reentrâncias, e manchas aparecendo de um momento para outro, expandindo-se, contraindo-se, escurecendo, clareando. Talvez seja resultado de tempestades jupterianas, suficientemente violentas para alterar a circulação normal da atmosfera, que produz os cinturões, seguindo cursos ditados não somente pela rotação do planeta, mas também por irregularidade da superfície sólida situada abaixo, ou radiação e atividades tectônicas.
    Nos anéis de Saturno também há estas irregularidades e uma rotação mínima, e no satélite Amaltéia se constata que ele acompanha com sua translação a rotação de Júpiter, como um filho próximo da mãe.

    Isso só nos vem confirmar o exposto até aqui, que os satélites se originam de filamentos de gases da atmosfera dos planetas, e que a translação se origina juntamente com a origem do próprio satélite, ou mesmo pode-se dizer que eles antes mesmo de ser um astro já se encontram em dinâmica.

    A rotação do primário espirala e condensa próximo do equador a atmosfera, aonde deste espiralamento de gases vai formar novos astros, que estes gases já se encontram em dinâmica translacional e variação e densidade na sua forma e estrutura.

    O gás que formam um cinturão espiralado se processa e locomove para um só ponto próximo do equador, por dois motivos, magnetismo do astro e centrifuga de rotação, onde vai começar a dar inicio a uma esfera, que é o processo de esferificação que se tornará em astro. Ao se formar ele se distanciará dando condição a outros sucessivos que virão a se estruturar.

    Assim, os caminhos são,

    1-Formação da atmosfera pela radiação, e deslocamento desta atmosfera sobre o astro pela própria ação da radiação.

    2-Espiralamento da atmosfera pela rotação do astro e deslocamento da atmosfera, que se desloca próximo ao equador.

    3-Esferificação desta atmosfera espiralada com translação.

    4-A esfera além da translação e afastamento que já possuía, passa também a se distanciar do primário que o formou. E o processo continua, enquanto o astro se afasta e translada, também passa a produzir a sua rotação.

    Por isso que quantidade de translação, afastamento e rotação dependem de toda energia em processamento do astro, que vai produzir toda radiação do astro no espaço. E por isso que ao envelhecer toda dinâmica tende a diminuir, pois já gastou quase tudo que podia.

    DINÂMICA LIVRE, PRÓPRIA E DECRESCENTE PELA ENERGIA.

    Confirma-se que a dinâmica é própria do astro e proporcional a sua energia, e que os astros estão livres no espaço, e esta liberdade e radiação fazem com que eles se afastam de seus primários. Logo, se eles se afastam por radiação não podem ser atraídos.

    CONCLUSÃO.

    COSMOFÍSICA.

    Considerações.

    Provas de que o universo são processos de estruturação infinita.

    O que prova que o universo se estrutura por um processo lento é através da esferificação dos astros e que a terra ser formada de núcleo e camadas, pois prova que os astros são formados de sobreposição de materiais pequenos que foram expelidos por outros. Pois se o universo fosse produzido num só momento por uma grande explosão a terra seria formada por um bloco inteiriço.
    Com a esferificação e camadas se prova que o universo é bilhões de vezes mais velhas do que se pensa hoje.

    E se é infinitamente velho e considerando a velocidade e a aparência para o vermelho observada, com isto se conclui que não veríamos o sol e nenhuma estrela no espaço, pois o tempo que se encontra em velocidade elas estariam infinitamente distantes, e não seria capaz de observar nenhum astro no espaço.

    Considerações sobre uma teoria da cosmologia e astronomia.

    Uma teoria da cosmologia e astronomia deve se fundamentar no universo geral, da origem da matéria, das partículas, origem dos elementos químicos e sua estruturação, processamento, e evolução, fusão nuclear dos astros, radiação, temperatura, estruturação e estrutura dos astros, o universo como um sistema em evolução na sua constituição macro, geral e micro.

    O que é o universo.
    É espaço denso, matéria densificada, processos e estrutura, fluxos e evolução, sem inicio e fim.

    A estrutura do espaço denso.
    Como os gases que são leves, invisíveis e flutuam o espaço denso é milhões de vezes menos densificado.

    Hipótese falsa da grande explosão.
    Tudo antes de explodir primeiro tem que ser formado de algum elemento, ou alguma estrutura de matéria ou espaço denso, logo é falsa a hipótese da grande explosão.

    Sobre o tempo cosmológico.

    O tempo cosmológico é o tempo que representa a energia e processamento num sistema de astros.

    Cosmofísica.

    Universo de processos ínfimos.

    O que componhe e determina o cosmo na sua estrutura são os seus processos físicos, produção de partículas e elementos químicos e sua evolução, nos núcleos onde as fusões estelares acontecem, ou seja, o universo micro determina o macro e o geral, um sistema de galáxias só vai se abrir conforma a intensidade de processos físicos que são produzidos no sistema. Ele terá luzes e formas e fluxos, componentes químicos, fusões conforme o processamento físico geral.

    Da multiplicidade do universo.

    O universo é múltiplo, ou seja, são vários em vários estágios de origem, processamento, estruturação, fluxo e desintegração.
    Ele tem origem pela densidade do espaço que forma a matéria, depois a energia e durante o processo forma os elementos químicos e os astros.

    Do fluxo do universo.

    O universo se estrutura de fora para dentro [ por integração do espaço denso] depois de dentro para fora [ por desintegração da matéria ] pelos processos e fusões da matéria e nos núcleos dos astros.
    Volta a se reintegrar formando astros menores e com menos energia, depois se desintegra em radiação, e se reintegra em astro, e o fluxo e processos continua até a matéria se tornar difusa e com pouca energia.

    Como exemplo se tem do espaço denso e a matéria, da matéria ao astro, a estrela que produz radiação, que vai produzir planetas, que vai produzir radiação e atmosfera, que vai produzir radiação, anéis e satélites, e o fluxo e processos estruturantes e desistruturantes continua infinitamente até a matéria difusa.

    Onde leva a matéria evoluir e produzir os elementos químicos. Assim o universo é infinito e sem forma determinada.
    Assim, o universo se encontra em contração e alargamento interno, mas não em expansão e sim em afastamento ínfimo, se encontra em translação e rotação, estruturação, fluxos e evolução de seus componentes.
    Enquanto uns começam a sua origem, outros se encontram em fluxos e processos, enquanto outros já se encontram na fase final que é em matéria difusa.

    Cosmofísica nuclear.
    Fusões nucleares.

    As fusões nucleares das estrelas mantém por um bom tempo a temperatura dos astros, com isto faz com que o universo se processa lentamente, e possa manter o seu fluxo e evolução da matéria e elementos químicos e ajuda a transforma elementos leves em pesados, e vai produzir a energia e dinâmica dos astros, por isto que os secundários mais distantes possuem menos dinâmica e as órbitas são mais irregulares. Ou seja, satélites de planetas, planetas de estrelas.

    Assim, o universo e seu fluxo e estruturação se deve a sua produção de energia, como também a evolução dos elementos e a dinâmica dos astros.

    A produção de energia vai determinar também as camadas e esferificação dos astros.
    Universo não expansionista e não estacionário.
    Assim se confirma que o universo se encontra em afastamento ínfimo e não em expansão, e não se encontra estacionado pois possui rotação, translação, fluxos, evolução e outros fenômenos.

    Evolutivo.
    Encontra-se em evolução na sua estrutura micro e macro, dos elementos aos astros. E se eterniza como matéria com densidade difusa
    .
    Não é curvo e nem reto.
    Observação.
    A teoria da energeticidade e radiação que trata da astronomia será apresentada em outro texto. Com mais de cento e dez fórmulas provando as duas teorias, pois uso diâmetro, radiação, temperatura, rotação e velocidade equatorial. E não uso distancia massa ou gravitação.

  3. Alberto Carvalhal Campos Says:

    Concordo com alguma coisa que voce escreveu. Realmente, não existiu o big bang, o universo não se expande, o efeito Doppler não indica a expansão do universo, etc. Não vou comentar tudo, quero apenas argumentar sobre alguns pormenores, como por exemplo, o ruido de fundo, atribuido erradamente, a meu ver, ao eco do big bang, não foi ventilado por você. Eu tambem escrevi uma teoria sobre a criação do universo rcentemente e muita coisa se assemelha com suas ideias,tambem sou contra o atomo primordial,etc. Ainda não publiquei por falta de conhecimento em computação. Não sei como fazer para publicar nesta página. A minha teoria sobre a criação do universo se baseia nos raios gama, onde a energia eletromagnética extra-universo (a 1ª das quatro forças básicas da natureza) se descarrega na periferia do universo, gerando a força nuclear forte e fraca (2ª e 3ª forças básicas da natureza), fazendo nascer a massa e por conseguinte a gravidade(4ª força básica da natureza). Estas massas se unem, para formar corpos maiores. Na minha consepção, o universo se contrai e gira, como você mensionou. Vejamos as evidencias: A ciência é contra a giração do universo, baseado em teorias atuais, mas as teoria mudam, as evidencias não. 1-basta observar o formato elípico do universo; se não girasse seria esférico. 2-as galáxias mais proximas do centro do universo fazem seu movimento de translação mais rápido que as mais distantes e se forem observadas deste centro,teremos a ilusão das galáxias mais distantes se afastando mais rádido. quanto a contração do universo: 1-porque as galáxias se chocam?se houvesse a expansão, jamais isto aconteceria. As galáxias caminhariam em linha reta, do centro para a periferia, se afastando cada vez mais.Elas convergem, para se aglomerarem e se chocarem. 2-a maior concentração de galáxias é encontrada no centro do universo,se tornando rarafeitas na periferia.Isto é contraçaõ. 3-as galáxias mais velhas estão no centro e as mais novas na periferia.Se houvesse o big bang, seria o contrário; as mais velhas estariam na periferia porque seriam as primeiras a serem arremessadas para o espaço.4-a “via láctea”está a cerca de 100.000 anos luz do centro do universo, onde esta o “Grande Attractor Vigor”,um massiço aglomerado de estrelas(final de linha das galáxias).Nossa galáxia é atraida por ele.Assim,ela caminha cada vez mais rápido a medida que se aproxima deste centro e veremos as outras, se afastando cada vez mais rápido de nós, dando a ilusão de expansão acelerada do universo.Juntando-se esta ilusão à outra da rotação do universo,o total será bem acentuado.5-sabemos que corpos celeste se formam por união de copos pequenos, que por sua vez são feitos por união de corpos menores, e assim sucessivamente.Não se pode unir corpos com expansão e sim com contração.Para simplificar, são cerca de 10 itens.Encerro aqui.Tambem aceito comentário e principalmente críticas.

  4. Alberto Carvalhal Campos Says:

    A CRIAÇÃO DO UNVERSO — (NOVA PERSPECTIVA)

    Alguma coisa está errada. Parece que não aconteceu o big bang e que o universo não se expande.
    O universo parece girar e o mais absurdo, é que parece se contrair. Vejamos as evidencias:
    Quanto ao movimento giratório: a ciência não aprova esta possibilidade, baseada nas teorias atuais, mas as teorias podem mudar, as evidencias não.
    1- Basta observar seu formato elíptico. Se não girasse, seu formato seria o esférico e quanto mais girar, tenderá para o de uma pizza ou uma galáxia.
    2- As galáxias mais próximas do centro do universo fazem seu movimento de translação mais rápido que as mais distantes e sendo observadas deste centro, veremos as galáxias mais distantes, se afastando mais rápido, dando a ilusão de expansão do universo e quanto mais distante elas estiverem, mais acentuada será essa ilusão de ótica. É como os planetas em torno do sol. A nossa galáxia ocupa este centro.
    Quanto à contração do universo: Isto parece um absurdo, mas não custa especular.
    1- Se houvesse a expansão do universo, as galáxias jamais se chocariam ou se aglomerariam. Caminhariam do centro para a periferia em linha reta, afastando-se cada vez mais umas das outras como em uma explosão. A aproximação entre as galáxias é sinal que existe contração ao invés de expansão. No universo tudo se choca o tempo todo.
    2- Se houvesse o big bang, as galáxias da periferia seriam as mais antigas, porque seriam as primeiras a serem arremessadas para o espaço e as mais centrais as mais novas, pois seriam as ultimas a serem arremessadas. Não é isto que vemos e sim justamente o contrário. Isto é contração do universo.
    3- A via láctea é uma galáxia bem antiga e ocupa praticamente o centro do universo, ou seja, a cerca de 100.000 anos luz deste centro, onde existe o “Grande Attractor Vigor”, um massivo aglomerado de estrelas e nossa galáxia parece ser atraída por ele. Se isto é verdadeiro, a nossa galáxia caminha no espaço, cada vez mais rápido à medida que se aproxima deste centro e veremos as outras galáxias se afastando cada vez mais rápido de nós, dando a ilusão de expansão acelerada do universo. Juntando-se esta ilusão a ilusão da rotação do universo, o resultado final será bem acentuado.
    4- A concentração de estrelas no centro do universo pode ser restos de galáxias que chegaram ao seu destino final. Perderam sua função.
    5- Em uma explosão, ou big bang, o centro estaria praticamente vazio e toda a massa estaria na periferia, como acontece em granadas militares, em fogos de artifício, etc. Um universo repleto de galáxias em seu interior, não pode ter origem num big bang e sim num jorro constante de matéria e isto complicaria ainda mais a teoria
    6- Se houvesse o big bang, o centro seria a parte mais quente e a periferia, a parte mais fria. Não existe este centro quente e a periferia apresenta um calor a cerca de 13 bilhões de anos e isto é atribuído erradamente, a meu ver, à radiação de fundo (eco do big bang). Esta dúvida será vista até o fim da leitura.
    7- A maior concentração de galáxias se encontra no centro do universo e se tornando mais rarefeitas na periferia. Isto reforça a suspeita de contração do universo e afasta a possibilidade de expansão.

    8- Sabemos que os corpos celestes se formam, por união de pequenos corpos, que por sua vez são formados pela união de corpos ainda menores e assim sucessivamente. Isto só é possível por aglomeração de matéria e não se pode aglomerar, com expansão e sim com contração.
    9- Pelo exposto, as galáxias nascem na periferia e caminham para o centro, em um processo de contração contínua do universo. Como isto é possível? Esta caminhada será explicada até o final da leitura.
    10- Estas evidências já são suficientes para demonstrar a minha teoria.
    Se não existe expansão, não existiu o big bang; então como tudo começou? Até agora se acreditava que só o big bang daria início a tudo, mas existe alternativa.

    COMO NASCEU O UNIVERSO (NOVA TEORIA)

    No início era o nada. Apenas um espaço infinito, um vácuo absoluto, uma temperatura de 0º, também absoluto e ausência total de luz. Vácuo absoluto é como o zero absoluto — impossível de se obter em nosso Universo. Este é o espaço sideral, onde nada existe nem mesmo o fóton. Talvez, devido às condições extremas e propícias, favoreceu o aparecimento da ENERGIA ELETROMAGNÉTICA, a primeira das quatro forças básicas da natureza.
    Energia é uma existência imaterial capaz de produzir mudanças e, como tal, pode produzir matéria ou vice-versa. Esta energia é a energia primordial, substituta do átomo primordial da teoria do Big Bang. Isso tem lógica. É o início de tudo. A energia eletromagnética gerou tudo o que existe no Universo. E=MC² ou M=E/C², donde E é energia, M a massa e C velocidade da luz. A energia é uma incógnita para os cientistas; a começar pela definição. É o maior mistério da natureza. O que é energia?
    Desta suposta força eletromagnética nada sabemos: Como é; como surgiu, como se comporta no espaço extra-universo, onde esta energia é infinita. Isto parece uma coisa impossível, mas não é porque o espaço é infinito. Tudo depende talvez de uma nova teoria: a teoria do espaço extra-universo, como a lei da teoria quântica para o universo atômico e as leis de Newton para a mecânica do nosso Universo (três leis básicas universais, no mínimo).
    Três leis básicas universais, três cores fundamentais, quatro sabores básicos, quatro forças básicas da natureza, quatro aminoácidos para a formação do DNA, etc. A natureza faz combinações de 3 ou 4 coisas, para obter uma infinidade de efeitos diferentes. Assim ela usa dois quarks up e um quark down para obter um próton e um quark up e dois downs para obter um nêutron e a união dos dois originam o núcleo de um átomo e os átomos, compõem toda a matéria do nosso Universo.
    Como surgiu toda essa matéria se no início não existia nada? De acordo com a teoria do Big Bang, o átomo primordial sempre existiu e este pequenino átomo gerou toda a matéria ao ponto de encher todo o Universo e tendo que se levar em conta, a matéria e a antimatéria que se aniquilaram por ocasião do Big Bang e a matéria escura que esta teoria quer também acrescentar neste evento. Como sumir com a antimatéria e preservar a matéria? Além do mais, desintegrar um átomo é muito complicado para ocorrer casualmente.
    Não há como aceitar tal justificativa. Para passar do nada para o tudo só há uma explicação: a energia eletromagnética do espaço extra-universo (o nada é energia, o tudo é matéria). Não existe espaço vazio, todo espaço é ocupado por energia eletromagnética.

    De acordo com a fórmula de Albert Einstein E=MC², donde M=E/C²; para obtermos energia da matéria (E=MC²) como no caso do Big Bang, teremos que desintegrar o átomo e isto cria MATÉRIA E ANTIMATÉRIA que se aniquilam e gera uma explosão de energia, que é a finalidade do Big Bang. Isso é destruição da matéria e não criação. Na fórmula M=E/C² não temos explosão; mas, talvez sim, uma implosão. C² significa uma centelha elétrica. Sabemos que tendo energia eletromagnética em um vácuo, logicamente haverá centelha e, após uma centelha, desencadeia-se uma série infinita delas: uma mega explosão eletromagnética — o verdadeiro Big Bang, transformando energia em matéria. Estas super descargas eletromagnéticas vieram de todas as direções, inicialmente em torno de um ponto de polaridade supostamente oposta (mutante), que logo se transformou em uma esfera, que continuou aumentando de diâmetro, muito rápido no início e se tornando cada vez mais lenta à medida que crescia e atingiu tamanho descomunal. De acordo com a fotografia em microondas tirada pelo satélite COBE (vide figura da capa), a periferia do universo apresenta colorações diferentes: nesta periferia a cor vermelha é a parte mais quente e a cor azul a parte mais fria. Esta temperatura, talvez, não possa ser medida corretamente por que tudo é rarefeito na periferia do universo, como nas galáxias.
    Estas descargas eletromagnéticas são responsáveis pelos clarões nos confins do Universo (raios gama). São cerca de 30.000.000 por ano, com uma energia variável, sendo as mais potentes, equivalente a cerca de 100 bilhões de estrelas para cada descarga. Acredito que, como não se sabia exatamente a sua origem, foram atribuídos a vários fatores como explosões de super novas, de buracos negros supermassivos, causadas por choques entre estrelas de nêutrons, etc. Isto acontecendo durante cerca 13 bilhões de anos (idade do universo), não restaria mais nenhum corpo celeste para ser destruído atualmente. Essas descargas geram campos de energia sob intenso calor (emite fótons) e campos magnéticos muito intensos que provocam uma interação capaz de transformar energia em matéria. É também capaz de esterilizar galáxias próximas, impossibilitando a vida, desintegrar corpos celestes próximos, explodir estrelas (supernovas), transformando-as em nebulosas e talvez, provocar pequenas explosões solares a distancia, como acontece com nosso sol (tormentas e tsunami solares) e devem ser responsáveis pelas extinções em massa, ocorridas no passado do planeta terra, pela explosão mal explicada de Tungusca, na Sibéria Central em 1908, Sodoma e Gomorra, pelos Sprits (raios superiores às nuvens), pelos fenômenos lunares transitórios (clarões lunares), por criar magnetáris, as indecifráveis bolas de fogo e até pela explosão da baleia (cachalote) em Taiwan, pelos ovns, etc. Estas descargas se comportam com raios, penetrando fundo no universo, mas raramente chega ao nosso planeta. Nem todas as explosões de raios gama, provocam estas catástrofes, muitas delas, as de mais curta duração, são apenas descargas eletromagnéticas normais que não encontram um obstáculo a ponto de impedir seu trajeto, ao centro do universo. Nossa galáxia está situada a uma distancia segura dessa irradiação. No passado esteve mais próxima.
    Essas descargas eletromagnéticas provocam uma interação, que faz nascer a FORÇA NUCLEAR FORTE, que serve para unir fortemente as partículas e a FORÇA NUCLEAR FRACA, responsável pela instabilidade das partículas, como decaimento, radioatividade, etc. Estas duas forças são a 2ª e a 3ª forças básicas da natureza. Esta condição de campo elétrico, campo magnético e alta temperatura (descargas eletromagnéticas), a meu ver seria o BOSON DE HIGGS, o campo que dá origem as partículas com massa. Finalmente surgiu a massa.

    Agora sim, temos a matéria primordial; MATÉRIA SEM ANTIMATÉRIA. É disto que nosso Universo é feito; só de matéria; não adianta procurar antimatéria em nosso Universo porque ela não existe normalmente. Existe sim, no centro dos buracos negros (nas galáxias), onde há a desintegração da matéria.
    Criada a massa, surge a gravidade — a quarta e ultima força básica da natureza. Com a gravidade surgiram as estrelas, as galáxias, os planetas, os asteróides, os cometas, os meteoritos, os buracos negros, o movimento giratório e com isto a força centrífuga, responsável pela modificação do formato do Universo de redondo para elíptico (ver capa).
    No interior do Universo, as partículas subatômicas como os quarks, se uniram para formarem prótons e nêutrons, que se associam aos elétrons, dando origem aos primeiros átomos. O próton se uniu ao elétron dando origem ao átomo de hidrogênio; o verdadeiro átomo primordial; este átomo é o mais abundante na natureza. Deste ponto em diante conhecemos toda a história, mas não custa recordar. Para isso faremos um breve comentário: o átomo de hidrogênio é tido, aqui, como átomo primordial, porque ele é o mais simples dos átomos, com apenas um próton e um elétron em sua órbita, sendo um dos primeiros átomos a se formarem na natureza e em grande quantidade. Uma nuvem destes átomos, quando adquire certo volume, a força da gravidade atua e concentra este gás em um núcleo que se aquece a milhares de graus centígrados e formam as estrelas. Esses sóis fundem o hidrogênio no interior de seus núcleos transformando-o primeiramente em hélio, depois em carbono e em todos os átomos existentes na natureza e assim, responsável por tudo que existe no Universo, inclusive a vida. Quando essa nuvem de hidrogênio é muito volumosa, ou a estrela em formação encontra muita matéria ao seu redor ela capta essas partículas e formam-se as galáxias. Assim também são criados os buracos negros e tudo o mais que existe no Cosmo.
    Nem toda matéria primordial seguiu a evolução normal até o átomo de hidrogênio. Muitas destas matérias ficaram estáticas em várias fases desta evolução, transformando-se talvez, em matéria escura e na energia escura que permeiam o Universo; assim como muitos átomos de hidrogênio que não se transformaram em estrelas e matérias lançadas por explosões de estrelas.
    O processo de criação do Universo não cessou, continuam a ocorrer descargas eletromagnéticas e a produzir matéria na periferia, indefinidamente. As descargas eletromagnéticas na periferia do Universo produzem uma larga gama de irradiação do espectro eletromagnético, incluindo RAIOS COSMICOS de baixa e de altíssima energia, especialmente raios gama com descargas super potentes em pontos aleatórios do Universo, gerando campos magnéticos muito intensos ( ver ilustração da capa ).
    Essa irradiação é responsável pela criação da matéria e pelo ruído de fundo detectado por Arno Penzias e Robert Wilson (coco de pombo) e atribuído erradamente, a meu ver, ao eco do Big bang. Essa irradiação permanece até hoje em atividade. Em uma explosão como a do Big Bang, a parte central seria mais quente que a periferia, que se resfria rapidamente e se não temos nenhum sinal disto no centro do universo, e se esta periferia estiver aquecida, por cerca de “13 bilhões de anos”, não podem ser atribuídas ao eco do Big Bang e sim as descargas eletromagnéticas sugeridas aqui (é tudo uma questão de interpretação). Um exemplo desta interpretação é o caso das estrelas “cefeidas”, que são tidas como pulsantes, mas esta suposta pulsação pode ser também, devido a um ou mais corpos celeste gigantescos, em sua órbita.

    Segundo o físico Gustavo Medina Tanco, do Instituto de Astronomia Geofísica Atmosféricas da USP, acredita-se que as partículas muito energéticas poderiam ser aceleradas pela ação de campos magnéticos muito intensos, em grandes regiões do espaço, mas são poucos os objetos cósmicos conhecidos que preenchem tais condições (até agora). Artigo extraído da revista Galileu n°160 de nov. de 2004 pg. 58. Para maiores esclarecimentos, sugiro a leitura da revista Scientific American Ano 6 n°68, de janeiro de 2008. – UNIVERSO EXTREMO, pg. 44.
    O Universo cresce infinitamente de fora para dentro, por acreção de matéria recém formada na periferia, como em uma implosão contínua. As coisas mais antigas estão no centro, enquanto as mais recentes estão na periferia, como acontece com as galáxias (isto é repetitivo no Universo). Os buracos negros destroem a matéria, transformando-a em energia (talvez a energia escura), compensando a criação desta matéria nas bordas do Universo. Com isso, o Universo está em constante criação e destruição. O Universo não é aberto nem fechado; é girante e continua ativo indefinidamente; é eterno — teve um início e nunca terá fim—é alimentado por energia eletromagnética infinita, proveniente do espaço extra-universo, também infinito. Existe por tanto uma eterna transformação de energia em matéria (M=E/C²). Tudo o que existe no Universo, foi gerado pela energia eletromagnética, portanto, nós não somos poeira das estrelas e sim oriundos da energia eletromagnética do espaço extra-universo (até agora).
    Com esta NOVA TEORIA acredito que muitas dúvidas cosmológicas serão sanadas, como aparentemente sanei algumas delas e também será possível fazer algumas correções ou acrescentar novas idéias em outras teorias.
    A idade do Universo tem que ser repensada.
    Nada impede a existência de outros Universos.
    Quanto às palavras em destaque como: MATÉRIA E ANTIMATÉRIA, RAIOS CÓSMICOS e BOSON DE HIGGS, sugiro ver artigo da revista Galileu n°160, de nov. de 2004 pag. 57. Estes itens continuam sem solução, até agora (talvez).
    As quatro forças básicas da natureza, pelo visto, nunca estiveram unidas em uma única força (a super força), como diz a teoria do Big Bang e sim, foram oriundas da força eletromagnética.
    Nota: tudo isto que acabamos de ler, é só a minha opinião de acordo com a minha interpretação dos fatos. Tudo isso precisa ser comprovado. Talvez seja apenas mais umas das teorias apresentadas, como por exemplo: A teoria das cordas e outras. O importante é participar com novas idéias, a fim de decifrar este mistério tão antigo quanto à humanidade.
    Se esta teoria for comprovada, concluiremos que, para termos as partículas iniciais da formação da matéria, não é necessário o uso do acelerador de partículas (LHC) e sim uma descarga eletromagnética, onde estas partículas são formadas. As partículas obtidas pelo LHC, talvez não sejam as mesmas geradas pela descarga eletromagnéticas, pois uma é proveniente da desintegração da matéria e a outra é da criação da matéria. A energia e a matéria escura, a exótica, a força cosmológica, etc. talvez possam ser abolidas de vez. Muita coisa pode mudar.
    A terceira fórmula: C²=E/M, talvez pertença ao buraco negro. (não seriam as três leis básicas do universo?).
    Original – Fevereiro de 2007 – 1ª modificação-junho de 2008 – 2ª modificação-novembro de 2008 – 3ª modificação-dezembro de 2008, – 4ª modificação-março de 2009.
    ALBERTO CARVALHAL CAMPOS

  5. Alberto Carvalhal Campos Says:

    MATÉRIA ESCURA
    A gravidade de um corpo é o somatório das gravidades de todas as partículas que compõem este corpo. O mesmo acontece com uma galáxia: a gravidade de uma galáxia seria, grosso modo, o somatório de todas as estrelas desta galáxia. O mesmo acontece com o universo. Seria, grosso modo, o somatório da gravidade de todas as galáxias deste universo. Portanto teríamos uma enorme força de gravidade agindo, relativamente sobre cada galáxias e isto interfere nelas, nos seus aglomerados, na recém descoberta correnteza escura e em tudo que se relaciona a isto. Esta força age como se fosse uma matéria extra, imaginária, chamada de matéria escura que é nada mais nada menos que uma força de gravidade extra do universo. Concluímos que não existe a tal da matéria escura.
    ENERGIA ESCURA
    Como podemos ver em meu relatório anterior, o universo parece não se expandir e se isto for verdadeiro, não existirá também a tal da energia escura.
    Parece que vivemos numa eterna ilusão de ótica. Vivemos usando cálculos matemáticos, tentando provar o improvável. Podemos até dizer até que a matemática prova qualquer coisa. Estamos desmoralizando a matemática confirmando teorias que são descartadas.
    O universo deve ser mais simples do que se imagina.


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