Agosto 2008


Parte de uma prateleira, carregada por páginas ainda não lidas…

Alguns destes livros merecem uma referência…

Specimen Days, Michael Cunningham -  um daqueles livros que não pensaria em trazer para casa, não tivesse ouvido o conselho de uma amiga. Depois li o resumo e até me pareceu bastante interessante – três histórias passadas em Nova Iorque, todas em torno de três personagens, uma mulher, um homem e um rapazinho. A primeira história é de fantasmas, a segunda um triller negro e a terceira é ficção científica futurística. Até agora, parece-me bem.

The Android’s Dream, John Scalzi – O título lembra algo. Isso mesmo – Do Android’s Dream of Electric Sheep do Philip K. Dick. Numa breve síntese da história descubro que os andróides podem ou não sonhar com ovelhas eléctricas, mas que os alienígenas as usam em rituais de coroação. Aprendo ainda que os mesmos alienígenas podem morrer através de flatulências humanas, o que pode levar a desentendimentos se o extraterrestre em causa se tratar de um diplomata.

Queen of Candesce, Karl Schroeder – Esta é a continuação de Sun of Suns, e como tal, não fui ler o resumo. Estou curiosa para ler e ver o que sai daqui.

O Golem, Gustav Meyrink – A mais famosa obra deste autor, ter-me-ia igualmente passado ao lado se não mo tivessem assinalado. Neste caso o golem não será a mítica personagem judaica feita de material inanimado, mas uma manifestação física da psique colectiva dos habitantes de um gueto, assim como o próprio gueto.

Perdido Street Station; China Mieville – este é um dos livros mais referenciado deste autor, e tendo adorado Iron Council esta será uma das próximas leituras.

A atraente (a meu ver) capa é da responsabilidade de Stephan Martiniere, o mesmo artista responsável pelas capas espectaculares de Brasyl, Rainbow’s end ou River of Gods. Stephan Martiniere não se dedica somente a desenhar futuras capas, mas também participa na indústria cinematográfica em filmes como I Robot ou Star Wars (II e III).

O livro é da autoria de Karl Schroeder – conhecido por desenvolver algumas especulações sobre a nanotecnologia ou as viagens interestelares na sua ficção científica futurística.

Antes de Sun of Suns, escreveu três novelas – Ventus, Lady of Mazes e Permanence - distinguidas pela aplicação de um novo conceito – Thalience. Uma só palavra, duas definições possíveis, ambas relacionadas com a capacidade de uma entidade não humana ser independente das categorias humanas de pensamento e de não ser apenas um espelho destas. Este será um género de parâmetro de avaliação das entidades, independente da auto-consciência.

No mínimo, intrigante.

Ainda que não tenha lido os restantes de Karl Schroeder, Sun of Suns, parece afastar-se desta perspectiva.

A história passa-se num futuro restante, num balão cheio de ar, água e rochas flutuantes, grande o suficiente para constituir um Mundo de nome Virga. Os humanos que aqui habitam terão de construir os  próprios sóis, assim como cidades em torno destes. A estabilidade das povoações depende não só da energia como da gravidade exercidada por estes sóis que são ainda fonte de poder – as nações que os possuem utilizam-nos para controlar e subjugar as restantes.

As sociedades são peculiares e deixaram-me uma impressão medieval – não por esperarmos castelos, cavalos e canções à lareira, mas pela hierarquização social, e pela mentalidade retrógada demonstrada pelas camadas inferiores. Outra coisa estranha é o modo como o conhecimento se encontra distribuído – possuem algumas capacidades tecnologicamente avançadas a par com alguma primitividade. Tal é algo que me pareceu incongruente no início, mas que é depois explicado com o desenrolar da história e que poderá ser explorado nos volumes seguintes.

A personagem principal, Hayrden Griffin, terá ficado orfão aquando da tentativa falhada do seu povo se tornar uma nação independente através da construção de um sol. Tal falhanço ter-se-à devido a uma frota destrutiva enviada pelo povo dominante. Hayrden cresce e a morte do comandante desta frota torna-se o objectivo da sua vida.

Quando comecei a leitura, o facto de a história partir de um jovem revoltado em busca de vingança, não me pareceu muito original. Vários livros existem, romances, fantasia ou Scifi que partem da mesma premissa. Esta impressão confirma-se nas primeiras páginas, mas a partir do meio a acção torna-se algo imprevisível, e vemo-nos arrastados por coincidências mirabolantes ou encontros estrategicamente bem colocados – até ao final em aberto que surpreendeu positivamente. Será interessante ver se Karl Schroeder consegue desenrolar de forma inteligente o novelo que emaranhou e fazer algo diferente.

O ponto forte é definitivamente o Mundo singular que poderá conter possibilidades diferentes. A história não é memorável, nem espectacular, mas deu vontade de pegar nos restantes livros da série, e ver se Sun of Suns funciona somente como introdução e se apanham as pontas soltas, ou se o tom se mantém e parte para uma trilogia de pouca relevância.

E continuam as fotos das minhas estantes…

E de entre os vários livros publicados em português recentemente, podem contar-se alguns bons exemplos do género fantástico e de ficção científica:

  • Os Leões de Al-Rassam – Guy Gavriel Kay
  • A Casa dos Desejos – Rudyard Kipling
  • Air – Geoff Ryman

Ainda que as obras de Guy Gavriel Kay tenham somente sido alvo de nomeações, encontram-se quase sempre referidos entre os melhores do género. Decididamente, um dos seus livros pertence ao meu top 10 fantástico, e esta será de certeza uma boa escolha para qualquer fã do género, ainda que não tenha lido, ainda, Os Leões de Al-Rassam.

Por sua vez, de Kipling, é publicado, pela Editorial Presença, A Casa dos Desejos, um dos livros pertencentes à Biblioteca de Babel, escolhida por Borges.

Em último, Air. Não me teria apercebido do seu lançamento pela Gailivro se não mo tivessem referido. Originado num conto publicado na Magazine of Fantasy & Science Fiction, com o título Or, Have Not Have, nomeado para vários prémios, Air parece uma boa proposta dentro do género da Ficção Científica. Resta saber, tal como em relação aos restantes, se a qualidade da edição e da tradução compensam a compra em português.

E aqui fica mais uma prateleira

Depois de apresentadas as listas da Worldcon com os 10 livros de FC essenciais, dos últimos 20 anos, talvez seja a vez de apresentar listas semelhantes para fantasia. Ainda que de carácter menos oficial e não tão significativas, neste último link podemos ver quais as listagens do pessoal do Vector, jornal da British Science Fiction Association.

Algumas referências são constantes:

  • The Iron Dragon’s Daughter – Michael Swanwick
  • Jonathan Strange & Mr Norrell - Susanna Clarke
  • Perdido Street Station – China Mieville

E das três apenas posso concordar com a do meio. Perdido Street Station de China Miéville é daqueles livros que há muito quero ler, mas só recentemente o adquiri.

Por sua vez, o livro de Susanna Clarke, Jonathan Strange & Mr Norrell, não é um livro fácil de ler. Admito. Para alguns leitores tem demasiadas anotações, muitas palavras e pouca acção. Entendo a reacção de alguns à resolução da história. A mim, deixou-me aquela sensação completa de uma história bem contada. Gostei das notas de rodapé, das referências a inúmeros livros inexistentes e da escrita intemporal.

The Iron Dragon’s Daughter é uma obra diferente. Consegue ter óptimas, excelentes passagens, mas talvez não seja o meu estilo. Ainda que tenha gostado do que li, não fiquei entusiasmada nem com vontade de ler mais. E não creio que tal reacção esteja relacionada com o final.

Outras referências persistentes e esperadas foram feitas a Game of Thrones (George R. R. Martin), Earthsea (Ursula Le Guin), Was (Geoff Ruman), His Dark Materials (Philip Pullman). Inesperados e desconhecidos, foram The Course of the Heart (M. John Harrison) e Map of Dreams (M. Rickert). Terei de procurar que livros são estes.

Espantei-me com as referências a Coraline (Neil Gaiman) – um livro jeitoso, mas que dificilmente qualificaria como dos melhores de Neil Gaiman.

E finalmente, uma possível lista minha (que estará em constante mudança, conforme me recorde de algo, ou vá lendo coisas novas):

  • House of Leaves – Mark Z. Danielewski
  • A Sereia de Curitiba – Rhys Hughes
  • A Game of Thrones – George R R Martin
  • Biblioteca – Zoran Zivkovic
  • Kafka on the Shore – Haruki Murakami
  • The Last Light of the Sun – Guy Gavriel Kay
  • City of Saints and Madmen – Jeff Vandermeer
  • Iron Council – China Mieville
  • O Império do Medo – Brian Stableford
  • O Último Anel – Kiril Yeskov

E até deixava a lista de 20…. não tivesse descoberto que a maioria dos escolhidos tem mais de 20 anos.

E como tinha falado num tópico anterior, foram escolhidas as próximas 10 leituras. São 10 que quero mesmo ler, mas tenho-os adiado – ou são muito grandes e pesados, ou o seu género não é o que pretendo em determinada altura – a ver se consigo cumprir esta pseudo-decisão.

Ainda que a palavra Ghoul apareça no dicionário traduzida como vampiro, um ghoul é uma criatura bem diferente. O termo pode ser utilizado em quem roube campas ou se delicie com o macabro, mas é mais apropriado para designar uma espécie de monstro pouco conhecido e oriundo do folclore árabe.

Segundo as lendas, Ghoul seria uma criatura que habitaria cemitérios, desertos ou outros locais isolados, com capacidade de tomar diferentes formas, mais vulgarmente a de uma hiena. Da sua alimentação fariam parte cadáveres, crianças ou adultos.

Muito utilizada em histórias fantásticas e de horror, podem encontrar-se referências a ghouls em obras de Poe, ou Stoker, ainda que tenham sido muitas vezes confundidos com zombies ou vampiros.

Mais conhecidos serão os ghouls de Lovecraft, que teriam origem em seres humanos mutados por uma dieta em cadáveres.

Baseando-se neste conceito de ghoul, Brian McNaughton escreveu uma série de contos em torno destas criaturas, que viveriam no sub-solo, em túneis de montes isolados ou cemitérios, constituindo um género de sociedade desordeira e macabra, cujo interesse na espécie humana não se fundamenta só na alimentação mas também na sexualidade.

O conjunto de contos ghoulianos, assim como outros fantásticos de horror constituem o livro Throne of Bones, que ganhou o World Fantasy Award. E foi esta a minha última leitura.

Como não poderia deixar de ser, as histórias encontram-se carregadas de detalhes macabros e horripilantes, de humanos que ao fascinarem-se por ghouls, neles se transformam, ou em suas presas acabam – pessoas de hábitos fúnebres, homens consumidos pela loucura ou jovens assassinadas de ascendência ghouliana. Às vezes os ghouls conseguem ser mais sólidos do que alguns humanos.

No meio de tudo isto, a forma como McNaughton conta as histórias consegue torná-las fascinantes e até divertidas, havendo sempre lugar a reviravoltas irónicas. No final, deixa a velha sensação de quando se lê algo de quem sabe contar histórias “Há mais?”.

E porque reparei que gosto de ver prateleiras cheias de livros aqui fica uma primeira foto das minhas estantes !

Da Worldcon deste ano surgiram 5 pequenas listas com os 20 livros essenciais de FC.  Como seria de esperar, alguns livros são referidos em quase todas as escolhas: River of Gods (Ian McDonald), Accelerando (Charles Stross), Hyperion (Dan Simmons) ou Fairyland (McAuley).

Existem ainda aqueles dos quais pouco ou nada tinha ouvido falar e cuja sucessiva referência me levou a procurar informação:

  • Grass – Sheri S. Tepper
  • Spin - Robert Charles Wilson
  • The Mars Trilogy - Kim Stanley Robinson

E concluo que não pegaria em nenhum dos referidos espontaneamente… mas talvez lhes dê uma oportunidade.

Grass tem uma sinopse que  quase chamaria de vulgar, nada interessante, semelhante a tantos outros livros de FC:

What could be more commonplace than grass, or a world covered over all its surface with a wind-whipped ocean of grass? But the planet Grass conceals horrifying secrets within its endless pastures. And as an incurable plague attacks all inhabited planets but this one, the prairie-like Grass begins to reveal these secrets — and nothing will ever be the same again . .

No entanto, faz parte da colecção FC Masterworks e foi nomeado para o prémio Hugo.

Também a sinopse de Spin é algo fastidiosa e por isso deixo aqui um resumo de um leitor da amazon

The Spin is the name given to a mysterious veil that one October night in the near future, shuts off the stars and isolates the earth, but not only that, for every minute that passes on Earth, three years pass outside the veil.

The three main characters deal with this in three very human ways. Jason tries to understand who created the Spin, and why, emersing himself in science. Jason’s twin sister, Diane, follows the path of faith, spirituality and enlightenment. Tyler, childhood friend of both takes the middle road, dedicating himself to helping others, becoming a doctor and attempting to simply live life.

Cá vamos então para o terceiro, desta vez uma série: Red Mars, Green Mars, Blue Mars.

Closest to Earth in our solar system, surely life must exist on it? We dreamt about the builders of the canals we could see by telescope, about ruined cities, lost Martian civilizations, the possibilities of alien contact. Then the Viking and Mariner probes went up, and sent back nothing. Mars was a barren planet; lifeless, sterile, uninhabited. In 2019 the first man set foot on the surface of Mars; John Boone, American hero. In 2027 one hundred of the Earth’s finest engineers and scientists made the first mass-landing. Their mission? To create a New World,To terraform a planet with no atmosphere, an intensly cold climate and no magnetosphere into an Eden full of people, plants and animals.
It is the greatest challenge mankind has ever faced; the ultimate use of intelligence and ability; our finest dream.

Tanto Blue Mars como Green Mars foram vencedores do prémio Hugo. Por sua vez, Red Mars foi apenas nomeado para o Hugo, mas ganhou o prémio Nébula.

Ainda que a ideia não me pareça totalmente original, talvez dos listados, seja esta série que me atrai mais. Resta saber como é que a ideia comum foi explorada.

Nas listagens apresentadas, são ainda de realçar as 3 referências a:

  • Revekation Space, Alastair Reynolds
  • Diaspora, Greg Egan

As a book lover i do have a great number of books longing to be read – Fantasy, Sci-fi, romances, huge hardcovers or tiny paperbacks, written in portuguese, english or spanish, short-stories collections or a series single volume, memorable authors or non-remarkable writers.

Some of them were bought a couple of years ago – when i was a different person, with a different perspective or life ideals. As years gone by, my book taste has also changed. I don’t recall being a pink, happy full and naive story lover, but more frequently i long for different stories, with unimaginable twists, reckless beasts, and characters mirroring real world (imperfect, insecure, that do not always take the right decision). Maybe my taste reflects the way I see the world. Who knows?
Nevertheless, I do have acquired a little library of my own. One that is very dear to me – some of her tenants have kept me company, some made me grow or add a different point of view to my thoughts – some are just a shadowy memory of a story in which I can’t perceive my opinion, so ordinary they were.

Today, I woke up, not thinking in my known shelves’ friends, but in those that lay still unread. And I made up a decision – to grab 10 off the shelves in order to read them soon. And strange this seemed, it was not a hard decision at all. Of these ten, none is a real story, only 4 authors are previous known and only 3 are portuguese editions. But given a thought, none of the 7 english books has a portuguese translation. The majority are big HC that I never had the opportunity to read – nice, pleasant but too heavy to walk around.

  • Dan Simmons – The Terror
  • Hunter’s Run – George R R Martin, Gardner Dozois, Daniel Abrahm
  • The SWFA european hall of fame
  • Accelerando – Charles Stross
  • A derrocada da baliverna – dino buzzati
  • River of Gods – Ian McDonald
  • The Etched city – K J Bishop
  • Se numa noite de Inverno um viajante – Italo Calvino
  • A Loucura de Deus – Juan Miguel Aguillera
  • Black Man – Richard Morgan

Ainda não decidi se adoro ou se odeio o vídeo. É estranho. Mas a música é viciante :

MGMT.

E saiu a listagem dos finalistas para o WSFA Small Press Awards

  • Bufo Rex by Erik Amundsen, Weird Tales #347
  • Orm the Beautiful by Elizabeth Bear, Clarkesworld Magazine, January 2007
  • The Wizard of Macatawa by Tom Doyle, Paradox #11 ()
  • Harry the Crow by John Kratman, Aeon Speculative Fiction #12
  • Mask of the Ferret by Ken Pick and Alan Loewen, Infinite Space, Infinite Gold (Twilight Times Books)
  • The Third Bear by Jeff VandeMeer, issue of Clarkesworld Magazine, April 2007

Olhando para os finalistas, fui a procura do que seria a Clarkesworld Magazine, e descobri tratar-se de uma revista de publicação online, onde os contos podem ser lidos gratuitamente. Com um aspecto engraçado, contém contos de autores como Vandermeer, Theodora Goss ou Elizabeth Bear. E quem são estes autores?

Vandermeer é o autor de livros como City of Saints and Madmen, tendo ganho o World Fantasy Award por The Transformation of Martin Lake.  Editor de várias antologias, em Portugal é pouco conhecido, tendo sido publicado exclusivamente através da Livros de Areia.

Theodora Goss, por sua vez, é a autora de In the florest of forgetting e a vencedora de inúmeros prémios. Que eu saiba nada desta autora foi ainda publicado em Portugal.

Clarkesworld Magazine parece-me assim um bom sítio para procurar boa leitura !

E o repositório de reviews? Link puxa link, e às tantas fui parar a Agony Column Book Review. Ainda que de aspecto me pareça meio caótico, tem comentários estruturados e interessantes de obras actuais, fundamentalmente dentro do Fantástico e da Ficção Científica.

Ainda que me tenha iniciado na FC com Admirável Mundo Novo pelos 10, 11 anos, só mais tarde, pelos 15/16 comecei a ler FC de uma forma regular.

O que me deixou colada?

Não foram as histórias à la Startrek cheias de naves espaciais e uniformes estranhos uniformizando uma variedade de espécies sapientes. Foram mais as obras em que se explora um sem fim de possibilidades, de ideia, ainda que algumas absurdas. Poderes psíquicos que permitem comunicar mentalmente e ser uno com outrém; Mundos de seres clonados em que se perde o valor da identidade e da unicidade; robots que se revoltam, que desenvolvem independência, que pensam ou que sentem – ou, mais simplesmente, uma experiência de resultados falhados e catastróficos.

Em FC exploram-se possibilidades, brinca-se com os conhecimentos existentes e por existir – em suma, exerce-se aquilo que nos permitiu evoluir de uma árvore para uma casa de cimento – a imaginação.

E porque esta curta dissertação sobre o que é para mim a FC? simples. Li hoje um texto que me despertou uma rara reacção – Lindo ! Maravilhoso! Espectacular! – e no final me deixou com um sorriso na cara.

A autora do texto era, até há pouco tempo, uma total desconhecida. Nomeada para World Fantasy Best Novel, tem escrito no blog do Jeff Vandermeer. Sem dúvida, captou a minha atenção. Deixou-vos o link para o texto.